
Não sabia como agir. Os sentimentos se misturavam, estava confuso. Confusão essa que trazia consigo memórias, memórias de um amor, de um amor que construíra e no qual acreditara. Mas tudo parecia estar mudando e o amor parecia se transformar em saudade, em medo, em desespero. Todas as cores pareciam estar enfraquecendo e o cinza parecia querer voltar. Mas restava uma pontinha de esperança, pois ela nunca morre. A esperança de que tudo poderia voltar a ser como antes, de que os poucos dias carregados de cores poderiam ser resgatados. Mas a decisão não era sua, ou melhor, não era somente sua. Restava esperar, esperar o tempo passar e quem sabe tudo o que foi bom um dia voltar.
Jacson Lopes
encontrei teu blog e gostei muito dos textos. te seguindo :*
ResponderExcluirPERFEITO!
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirObrigado Shara!
ResponderExcluirVlw Lina!
ResponderExcluirótimo texto, o que é a esperança se não o grande alimento de nossa vida.
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