sábado, 22 de janeiro de 2011




Havia sido mais um dia comum, mas ele ainda não havia acabado. Fins de tardes, algumas vezes trazem surpresas, e mais uma vez, naquele fim de tarde pude escutar aquela voz doce e calma ao meu ouvido. Naquele fim de tarde, o dia chato e entediante, se tornara maravilhoso. Aquela conversa, aquele abraço, aquele rosto, aquele corpo, enfim... Aquela boca. Tudo constituía o reviver de momentos bons, excitantes, momentos que nos fazem perceber o que é estar vivo, perceber que ainda existe algo no peito a pulsar forte e perceber que reviver, também é arriscar. É arriscar ser feliz, é arriscar ouvir palavras bonitas, é arriscar voar, é arriscar se perder, é arriscar esperar re-acontecer...
Jacson Lopes

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